Desde as 6 horas de hoje a Polícia Militar
reforçou o policiamento em Goiânia e municípios vizinhos. O esquema
especial de segurança é para o jogo entre Vila Nova e Atlético
Goianiense, que começa às 17 horas. Mais de 150 policiais atuarão
internamente no Estádio Serra Dourada, além do Batalhão de Choque. Na
parte externa, presença da Cavalaria e viaturas. O reforço policial
segue até a meia-noite. Menores de 12 anos desacompanhados dos pais não
poderão entrar no estádio.
sábado, fevereiro 16, 2013
Jogo entre Vila Nova e Atlético tem reforço no policiamento
sexta-feira, fevereiro 15, 2013
Horário de verão reduz em 4% demanda por energia em Goiás
O horário de verão, em vigor nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste,
além do Distrito Federal e do Estado do Tocantins na região Norte, desde
a zero hora do dia 21 de outubro do ano passado, termina a zero hora do
próximo domingo, dia 17, totalizando 119 dias. Com a volta do horário
normal, os relógios deverão ser atrasados em uma hora no Distrito
Federal e nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São
Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso
do Sul, Mato Grosso e Tocantins.
Segundo análises preliminares da Celg, a medida resultou na redução da demanda no horário de ponta do sistema, objetivo maior do horário de verão, em um valor em torno de 4,0% ou aproximadamente 70 MW, equivalente as demandas das cidades de Rio Verde e Jataí. Quanto a redução de energia, o valor estimado, em todo o período do horário de verão, foi da ordem de 0,2%, ou seja, 2.400 MWh/mês.
Já o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) estima que ao longo dos 119 dias de vigência do horário de verão, houve uma redução de demanda da ordem de 4,1% nas regiões Sudeste/Centro-Oeste, em torno de 1.740 MW, o que equivale a metade da carga da cidade do Rio de Janeiro. Já na região Sul a redução foi de 4,3%, ou 515MW, equivalente a 60% da carga da cidade de Curitiba, enquanto no Tocantins a previsão de redução é de 4,0% ou 11MW. Aproximadamente 13% da carga da cidade de Palmas. Quanto à redução de energia, foi de 0,5%, tanto nas regiões Sudeste/Centro-Oeste, Sul e no Tocantins.
Do ponto de vista da segurança operacional do sistema, a implantação do horário de verão contribuiu para redução do carregamento das instalações de transmissão, maior flexibilidade no controle de tensão em condições normais de operação, com reflexo na segurança elétrica em situações de emergência, flexibilização para execução de serviços de manutenção tanto em geração quanto em transmissão, bem como a redução de geração térmica evitada para atendimento a emergências.
ObjetivoO horário de verão é uma medida implantada com o objetivo principal de diminuir a demanda no horário de pico do consumo, com melhor aproveitamento da iluminação natural, produzindo alterações na forma de curva de carga do Sistema Interligado, principalmente no horário correspondente ao anoitecer. Foi instituído pela primeira vez no Brasil no verão de 1931/1932. Até 1967, o horário de verão foi adotado de forma esporádica e sem um critério científico mais apurado. Depois de 18 anos sem que fosse implementado, voltou a vigorar no verão de 1985/86, como parte de um elenco de ações tomadas pelo governo devido ao racionamento ocorrido na época por falta de água nos reservatórios das hidrelétricas.
Desde então, passou a vigorar todos os anos. Em 2008, através do decreto n. 6.558 de 08/09/2008, foi estabelecido que o horário de verão terá seu inicio sempre no terceiro domingo de outubro e o término sempre no terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte. Se coincidir com o Carnaval, fica postergado para o final de semana seguinte.
O melhor aproveitamento da luz natural ao entardecer proporciona substancial redução na geração da energia elétrica, em tese equivalente àquela que se destinaria à iluminação artificial de qualquer natureza, seja para logradouros e repartições públicas, uso residencial, comercial, de propaganda ou nos pátios das fábricas e indústrias. Em algumas regiões do País a duração dos dias e das noites sofre alterações significativas ao longo do ano, reunindo as condições indicadas para a implantação da medida no período primavera-verão.
EfeitoNo horário de verão, com o adiantamento dos relógios em uma hora, passamos a ter os dias mais longos com um natural deslocamento de carga no horário de ponta, diminuindo o pico nas grandes cidades, quando as pessoas começam a chegar em casa por volta de 18 horas, no início da noite. Chegando em casa, a pessoa liga a luz elétrica interna. Nessa mesma hora, entra em operação a iluminação pública, placas de luminosos comerciais, e as indústrias continuam o trabalho. Com o horário de verão, as cargas de iluminação pública e das residências passam a entrar após 19 horas, quando o consumo industrial começa a cair. Com isso há a redução na demanda máxima do Sistema Interligado Nacional.
A redução média de 4% a 5% na demanda de energia no horário de pico durante os meses do horário de verão, de outubro a fevereiro, gera outros benefícios ao setor elétrico e à sociedade em geral, decorrentes da economia de energia associada. Quando a demanda diminui, as empresas que operam o sistema conseguem prestar um serviço melhor ao consumidor, porque as linhas de transmissão ficam menos sobrecarregadas, já que durante a estação mais quente do ano, o uso de eletricidade para refrigeração, condicionamento de ar e ventilação atinge seu ápice. Para as hidrelétricas, a água conservada nos reservatórios pode ser de grande valia no caso de uma estiagem futura. Para os consumidores em geral, o óleo diesel ou o carvão mineral que não foi usado nas termelétricas, evita ajustes tarifários.
De fato, o horário de verão reduz a demanda por energia no período de suprimento mais crítico do dia. Das 18 às 21 horas, quando a coincidência de consumo por toda a população provoca um pico de consumo, denominado horário de ponta. O horário de verão tem efeito significativo apenas para os estados mais ao Sul do País. Quanto mais próximo da linha do Equador, menor o efeito da medida. Por isso, o horário de verão é restrito aos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, sendo este ano foi incluído o Tocantins.
Segundo análises preliminares da Celg, a medida resultou na redução da demanda no horário de ponta do sistema, objetivo maior do horário de verão, em um valor em torno de 4,0% ou aproximadamente 70 MW, equivalente as demandas das cidades de Rio Verde e Jataí. Quanto a redução de energia, o valor estimado, em todo o período do horário de verão, foi da ordem de 0,2%, ou seja, 2.400 MWh/mês.
Já o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) estima que ao longo dos 119 dias de vigência do horário de verão, houve uma redução de demanda da ordem de 4,1% nas regiões Sudeste/Centro-Oeste, em torno de 1.740 MW, o que equivale a metade da carga da cidade do Rio de Janeiro. Já na região Sul a redução foi de 4,3%, ou 515MW, equivalente a 60% da carga da cidade de Curitiba, enquanto no Tocantins a previsão de redução é de 4,0% ou 11MW. Aproximadamente 13% da carga da cidade de Palmas. Quanto à redução de energia, foi de 0,5%, tanto nas regiões Sudeste/Centro-Oeste, Sul e no Tocantins.
Do ponto de vista da segurança operacional do sistema, a implantação do horário de verão contribuiu para redução do carregamento das instalações de transmissão, maior flexibilidade no controle de tensão em condições normais de operação, com reflexo na segurança elétrica em situações de emergência, flexibilização para execução de serviços de manutenção tanto em geração quanto em transmissão, bem como a redução de geração térmica evitada para atendimento a emergências.
ObjetivoO horário de verão é uma medida implantada com o objetivo principal de diminuir a demanda no horário de pico do consumo, com melhor aproveitamento da iluminação natural, produzindo alterações na forma de curva de carga do Sistema Interligado, principalmente no horário correspondente ao anoitecer. Foi instituído pela primeira vez no Brasil no verão de 1931/1932. Até 1967, o horário de verão foi adotado de forma esporádica e sem um critério científico mais apurado. Depois de 18 anos sem que fosse implementado, voltou a vigorar no verão de 1985/86, como parte de um elenco de ações tomadas pelo governo devido ao racionamento ocorrido na época por falta de água nos reservatórios das hidrelétricas.
Desde então, passou a vigorar todos os anos. Em 2008, através do decreto n. 6.558 de 08/09/2008, foi estabelecido que o horário de verão terá seu inicio sempre no terceiro domingo de outubro e o término sempre no terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte. Se coincidir com o Carnaval, fica postergado para o final de semana seguinte.
O melhor aproveitamento da luz natural ao entardecer proporciona substancial redução na geração da energia elétrica, em tese equivalente àquela que se destinaria à iluminação artificial de qualquer natureza, seja para logradouros e repartições públicas, uso residencial, comercial, de propaganda ou nos pátios das fábricas e indústrias. Em algumas regiões do País a duração dos dias e das noites sofre alterações significativas ao longo do ano, reunindo as condições indicadas para a implantação da medida no período primavera-verão.
EfeitoNo horário de verão, com o adiantamento dos relógios em uma hora, passamos a ter os dias mais longos com um natural deslocamento de carga no horário de ponta, diminuindo o pico nas grandes cidades, quando as pessoas começam a chegar em casa por volta de 18 horas, no início da noite. Chegando em casa, a pessoa liga a luz elétrica interna. Nessa mesma hora, entra em operação a iluminação pública, placas de luminosos comerciais, e as indústrias continuam o trabalho. Com o horário de verão, as cargas de iluminação pública e das residências passam a entrar após 19 horas, quando o consumo industrial começa a cair. Com isso há a redução na demanda máxima do Sistema Interligado Nacional.
A redução média de 4% a 5% na demanda de energia no horário de pico durante os meses do horário de verão, de outubro a fevereiro, gera outros benefícios ao setor elétrico e à sociedade em geral, decorrentes da economia de energia associada. Quando a demanda diminui, as empresas que operam o sistema conseguem prestar um serviço melhor ao consumidor, porque as linhas de transmissão ficam menos sobrecarregadas, já que durante a estação mais quente do ano, o uso de eletricidade para refrigeração, condicionamento de ar e ventilação atinge seu ápice. Para as hidrelétricas, a água conservada nos reservatórios pode ser de grande valia no caso de uma estiagem futura. Para os consumidores em geral, o óleo diesel ou o carvão mineral que não foi usado nas termelétricas, evita ajustes tarifários.
De fato, o horário de verão reduz a demanda por energia no período de suprimento mais crítico do dia. Das 18 às 21 horas, quando a coincidência de consumo por toda a população provoca um pico de consumo, denominado horário de ponta. O horário de verão tem efeito significativo apenas para os estados mais ao Sul do País. Quanto mais próximo da linha do Equador, menor o efeito da medida. Por isso, o horário de verão é restrito aos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, sendo este ano foi incluído o Tocantins.
Hemocentro precisa de doadores de sangue
![]() |
http://rbcamfm.blogspot.com.br/ |
O
estoque de sangue do Hemocentro sofre uma baixa nesta época do ano por
causa das férias e também do Carnaval, período em que boa parte da
população sai de viagem para outras cidades. De acordo com a
coordenadora da coleta no Hemocentro, Katiuscia Cristiane Freitas, foram
contabilizadas nesta manhã 140 bolsas de sangue na geladeira da
unidade.
Como o Hemocentro é responsável por atender a demanda de grandes hospitais públicos como o Hugo, HGG, Materno-Infantil, por exemplo, além de maternidades como e a Nossa Senhora de Lourdes e Dona Íris, o ideal seria contar com uma média de 200 doações diárias. Hoje, este número chega a 80. A maior demanda de receptores, destaca, é pelo O positivo. Das 140 bolsas, apenas 19 são deste tipo. “Em janeiro e fevereiro, a média de doações caiu para 80 por dia. Nós precisamos chegar a 200 para conseguirmos liberar 150 bolsas por dia para as unidades de saúde e atingir 300 bolsas no estoque no fim da semana, por exemplo”, explica.
Como o Hemocentro é responsável por atender a demanda de grandes hospitais públicos como o Hugo, HGG, Materno-Infantil, por exemplo, além de maternidades como e a Nossa Senhora de Lourdes e Dona Íris, o ideal seria contar com uma média de 200 doações diárias. Hoje, este número chega a 80. A maior demanda de receptores, destaca, é pelo O positivo. Das 140 bolsas, apenas 19 são deste tipo. “Em janeiro e fevereiro, a média de doações caiu para 80 por dia. Nós precisamos chegar a 200 para conseguirmos liberar 150 bolsas por dia para as unidades de saúde e atingir 300 bolsas no estoque no fim da semana, por exemplo”, explica.
Devido à baixa no estoque do
banco de sangue, a unidade consegue atender apenas os pacientes de
Goiânia. E seria necessário reforçá-lo para atender as demais unidades
de saúde do estado. Katiuscia faz um apelo à população: “Compareça ao
Hemocentro. O ato de doar sangue é nobre e é um exercício de cidadania”,
incentiva.
Doar sangue é simples. Basta ir até a
sede do Hemocentro, localizada na Avenida Anhanguera, nº. 5,195, no
Setor Coimbra, em Goiânia. Os doadores precisam portar documento oficial
com foto, pesar mais de 50 quilos, ter entre 16 e 67 anos de idade.
Adolescentes entre 16 e 17 anos podem ser acompanhados dos responsáveis.
Idosos com mais de 65 anos só podem colaborar se já tiverem doado
anteriormente.
Os interessados devem estar
saudáveis e recomenda-se que não façam ingestão de bebida alcoólica 12
horas antes e não fumem por duas horas antes da doação, além de terem
uma boa noite de repouso. Não é preciso levar exame de sangue. Após
fazer o cadastro, os voluntários são encaminhados a uma sala para
avaliação de peso, altura, pressão arterial, pulso e exame de sangue. Em
seguida, eles são submetidos a uma entrevista confidencial.
Após
a coleta, a bolsa de sangue é analisada para verificar a existência de
possíveis doenças transmissíveis como Chagas, hepatite, Aids. O
procedimento de praxe é realizado para que a bolsa de sangue seja
liberada com segurança para o receptor.
Solidariedade
- Nos próximos dias o estoque deverá ser reforçado graças à
participação de universidades e outras instituições. Nos dias 22 e 23
está programada uma coleta na Unip e no dia 2 de março na FacLions.
Katiuscia lembra que a equipe do Hemocentro está disponível para
realizar coletas de sangue, no caso de instituições que se sensibilizem
com a doação de sangue.
quinta-feira, fevereiro 14, 2013
Governador anuncia expansão do Distrito Agroindustrial de Aparecida
Mantovani Fernandes-GoiasAgora |
![]() |
O Distrito Agroindustrial de Aparecida de
Goiânia ganhará mais de 1,6 milhão de metros quadrados. O anúncio foi
feito na tarde de ontem pelo governador Marconi Perillo em reunião com
empresários e lideranças de Aparecida de Goiânia no Palácio Pedro
Ludovico Teixeira. Na área deverão ser abrigadas 54 indústrias, que irão
gerar inicialmente de 10 a 15 mil empregos diretos.
Assinar:
Postagens (Atom)