Entra em vigor hoje nova pauta de valores referenciais para cobrança de ICMS de produtos do grupo feijão comercializados em Goiás. Levantamento da Secretaria da Fazenda aponta que o feijão preto subiu 30,77% e o branco permaneceu estável. Apresentaram queda de preço o amarelo, aporé, caupi, carioquinha, emgopa, pérola e roxo, com redução de 27,66%, sendo o mesmo percentual para a semente de feijão e o grão oriundo do campo de sementes.
Mostrando postagens com marcador alta. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador alta. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, julho 09, 2012
quarta-feira, maio 02, 2012
Feijão registra alta média de 5,22%
Pesquisa feita pela Secretaria da Fazenda diz que o feijão amarelo, aporé, carioquinha, caupi (vigna), emgopa, pérola e roxo passaram de R$ 192,50 para R$ 205, alta de 6,49%. Enquanto isso, o feijão das marcas jalo, rajado e rosinha passou de R$ 185 para R$ 195, alta de 5,29%. O feijão preto, de R$ 95, subiu para 97,50, alta de 2,63%. Já o feijão branco manteve a mesma cotação anterior, ou seja, R$ 135. A alta média foi de 5,22%. Os valores são referentes aos preços do produtor para o atacado ou indústria, na saca de 60 kg. A tabela com os novos valores, considerados como base de cálculo para efeito de pagamento de ICMS de produtos do grupo, entrou em vigor hoje.
Mandioca sofre alta de 20,85%
Começa vigorar hoje nova pauta de valores referenciais para cobrança de ICMS de produtos do grupo mandioca, comercializado em Goiás. Levantamento da Secretaria da Fazenda aponta que o preço da mandioca, do produtor para a indústria, passou de R$ 194 para R$ 234,44 a tonelada, alta de 20,85%. A farinha de mandioca na indústria passou de R$ 37,50 para R$ 41,88 o saco de 25 quilos, alta de 11,68%. Enquanto que a farinha de mandioca, em embalagem de até um quilo, passou de R$ 1,70 para R$ 2,44, no atacado.
terça-feira, dezembro 06, 2011
Alta dos alimentos volta a pressionar a inflação de Goiânia
A alta nos preços dos alimentos voltou a pressionar a inflação apurada em Goiânia pela Secretaria de Gestão e Planejamento (Segplan). Em novembro, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da capital ficou em 0,88%, bem acima da taxa de 0,19% de outubro, mas inferior ao apurado no mesmo mês de 2010, que foi de 1,4%. No mês passado, o grupo de alimentação teve alta de 2,06%, com destaque para os reajustes em produtos como carne bovina/alcatra, pão francês, frango, feijão carioca e arroz.
quarta-feira, outubro 05, 2011
Alimentos voltam a pressionar a inflação
Os preços dos alimentos voltaram a pressionar a inflação de Goiânia apurada pela Secretaria de Gestão e Planejamento (Segplan) em setembro. O grupo de alimentação subiu 1,15% no período. As principais altas foram verificadas nas frutas, arroz, leite tipo C longa vida, óleo de soja, carne bovina e feijão carioca. No mês passado, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da capital goiana pesquisado pela Segplan ficou em 0,56%, bem próximo da taxa de 0,54% de agosto. Em setembro de 2010 a inflação apurada foi de 1,05%.
Conforme a Segplan, de janeiro a setembro deste ano a inflação de Goiânia acumula índice de 5,32%, acima do verificado em igual período de 2010, que ficou em 4,96%. Nos últimos 12 meses, o IPC apurado pela Segplan atinge 8,46%, superior aos 12 meses imediatamente anteriores, cujo índice foi de 5,63%.
Conforme a Segplan, de janeiro a setembro deste ano a inflação de Goiânia acumula índice de 5,32%, acima do verificado em igual período de 2010, que ficou em 4,96%. Nos últimos 12 meses, o IPC apurado pela Segplan atinge 8,46%, superior aos 12 meses imediatamente anteriores, cujo índice foi de 5,63%.
Assinar:
Postagens (Atom)