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quarta-feira, novembro 21, 2012

AGDR recebe recursos para compra de máquinas e equipamentos

A Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste – Sudeco, anunciou a liberação de R$ 512.986,41 referentes à primeira parcela de convênio firmado com a Agência Goiana de Desenvolvimento Regional – AGDR, no valor total de R$ 1 milhão. Os recursos terão contrapartida do Estado de R$ 111 mil e serão utilizados na aquisição de máquinas e equipamentos para atender Arranjos Produtivos Locais em 12 municípios do Nordeste Goiano. O presidente da AGDR, Liosório de Jesus Meireles, diz que a medida evidencia a importância da atuação do órgão na busca de parcerias e captação de recursos para promoção do desenvolvimento regional no Estado.

A segunda parcela, no valor de R$ 487.013,59, deverá ser liberada em breve, por intermédio da Caixa Econômica Federal. Serão beneficiados pequenos produtores dos municípios de Sítio d´Abadia, Alvorada do Norte, Buritinópolis, Damianópolis, Divinópolis de Goiás, Flores de Goiás, Guarani de Goiás, Iaciara, Mambaí, Posse, São Domingos e Simolândia, localizados no Nordeste Goiano, na microrregião do Vale do Paranã.

Incremento à produção
O gerente do Programa de Desenvolvimento do Nordeste Goiano, da AGDR, Fábio Batista Lima, explica que o convênio permitirá apoiar a produção de alimentos na região, que apresenta grande potencial para desenvolver cadeias produtivas prioritárias, como frutos do cerrado, reflorestamento, cultivo de cereais, mandiocultura, plantio e recuperação de pastagem e pecuária leiteira e de corte.

Serão adquiridos carreta agrícola, trator agrícola de rodas, micro trator, pulverizador, grade aradora, niveladora, plantadeiras/adubadoras, sulcador, plaina, caminhão, camionete tanque de expansão/resfriadores de leite. A AGDR agora vai ultimar preparativos para formatação do termo de cessão de uso das máquinas para atender pequenos agricultores da região contemplada. 

segunda-feira, julho 30, 2012

Uso de defensivos é intensificado no Brasil

Os produtores rurais brasileiros estão usando mais defensivos em suas lavouras. Apesar do expressivo crescimento da área cultivada com sementes transgênicas, tecnologia que promete reduzir o uso de químicos na produção agrícola, as vendas desses produtos aumentaram mais de 72% entre 2006 e 2012 - de 480,1 mil toneladas para 826,7 mil toneladas -, segundo dados do Sindag, sindicato que representa fabricantes de defensivos no país.


No mesmo período, a área cultivada com grãos, fibras, café e cana-de-açúcar cresceu menos de 19%, de 68,8 milhões para 81,7 milhões de hectares, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Isso significa que o consumo médio de agrotóxicos, que era pouco superior a 7 quilos por hectare, em 2005, passou a 10,1 quilos em 2011 - um aumento de 43,2%. 


Entre as principais classes de produtos, as vendas de fungicidas foram as que mais cresceram. Entre 2006 e 2011, o uso anual do produto destinado a combater doenças como a ferrugem da soja mais que triplicou, de 56 mil para 174 mil toneladas. As vendas de inseticidas avançaram quase 84%, de 93,1 mil para 170,9 mil toneladas. Já as entregas de herbicidas, químico usado no combate a ervas daninhas, alcançaram 403,6 mil toneladas - um aumento de 44% em relação às 279,2 mil toneladas registradas em 2006.

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Fonte: www.valor.com.br 

quinta-feira, julho 26, 2012

Produção agrícola impulsiona geração de empregos em Goiás

Condições climáticas favoráveis, bons preços no mercado e crescimento da área plantada impulsionam o crescimento da produção agrícola em Goiás e geram emprego no setor do agronegócio no Estado.  Conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, publicados nesta semana, o agronegócio foi o segundo setor que mais gerou empregos em Goiás durante o primeiro semestre de 2012. Os dados mostram um aumento de 1,74% no saldo de empregos gerados, com a abertura de 1.606 novos postos. O diferencial do setor, segundo o analista de Mercado da  Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), Pedro Arantes, é uma mão de obra que agora tende a se tornar cada vez mais qualificada e permanente.